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12 de jan de 2014

MADE IN HAITI


Foto: Cristóbal Manuel

Em 12 de janeiro de 2010, o Haiti vivia um dos momentos mais trágicos de sua história. Um forte terremoto de sete graus na escala Richter, seguido de duas réplicas, provocou a morte de pelo menos 220 mil pessoas, deixando ainda 1,5 milhão de deslocados, em uma crise humanitária de contornos desesperadores no país mais pobre das Américas. No comando militar da missão da ONU no país (MINUSTAH) desde 2004, o Brasil registrou 21 vítimas fatais em decorrência do sismo, entre elas a médica sanitarista Zilda Arns, de 75 anos.

Quatro anos depois, o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, afirma, em entrevista ao EL PAÍS, que a fase crítica de emergência humanitária após o sismo já foi superada – o terremoto provocou epidemias de cólera e destruiu hospitais, escolas, postos da ONU e o próprio palácio do Governo nacional. E que o território caribenho tem um quadro político promissor para uma diminuição dos efetivos brasileiros.

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